Mary Stewart e a origem inglesa dos romances góticos

Mistério, horror, suspense, especialidades dos ingleses desde sempre. A literatura gótica (ou horror gótico) teve início no século XVIII, na Inglaterra

Mistério, horror, suspense, especialidades dos ingleses desde sempre. A literatura gótica (ou horror gótico) teve início no século XVIII, na Inglaterra

18.09.2018
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A obra O Castelo de Otranto (1764), de Horace Walpole teria inaugurado o horror gótico. Costuma-se destacar, como algumas das principais características desse tipo de literatura, os cenários medievais (castelos, igrejas, cemitérios, florestas, ruínas), os personagens melodramáticos (donzelas, cavaleiros, vilões, os criados), os temas e símbolos recorrentes (segredos do passado, manuscritos escondidos, profecias, maldições).
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Mary Florence Elinor Rainbow Stewart, mais conhecida como Mary Stewart (Sunderland, Inglaterra, 17 de setembro de 1916 — Lochawe, Escócia, 9 de maio de 2014) foi uma escritora britânica, nascida na Inglaterra que teria dado um toque feminino ao terror gótico, transformando-o em romance de mistério. Atuando primariamente como romancista, é considerada a criadora deste gênero.
Mary morreu aos 97 anos, nos brindando com mais de 20 livros, sendo boa parte romances "góticos", mas foi na recriação do reino do rei Arthur e do mágico Merlin que ela ganhou notoriedade.
A Caverna de Cristal (1970) é um relato de primeira pessoa da vida de Merlin e o reinado de Uther Pendragon até a concepção do filho de Uther, Arthur. Em Sol e Tormenta (1973), Merlin conta o nascimento e a infância de Arthur até que ele seja feito rei. O Último Encantamento (1979) é a história do reinado de Arthur, segundo Merlin.
Boatos, armadilhas, traições, mortes e amores são os componentes fundamentais que impulsionam e permeiam a trilogia de Merlin, mas são as surpreendentes reviravoltas que fazem a obra prender o leitor. É aqui que descobrimos por que Merlin é o maior dos magos e Artur o maior dos reis.

FOTO: Reprodução

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