O livro proibido de Paulo Coelho

Afinal seria o mito do vampirismo realidade ou lenda? Por que o próprio autor não quer reedições do Manual Prático do Vampirismo?

Afinal seria o mito do vampirismo realidade ou lenda? Por que o próprio autor não quer reedições do Manual Prático do Vampirismo?

14.09.2018
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Paulo Coelho explicou já várias vezes a imprensa que não deseja que o Manual Prático do Vampirismo seja reeditado por considerar as pesquisas não contundentes para explicar o mito do vampirismo. Conforme suas próprias palavras, confessa: "O mito é interessante, o livro é péssimo".
Mas afinal como tudo começou?


Do projeto inicial do livro, extraímos o relato a seguir. Na noite de 5 de maio de 1985, cansados de uma longa escalada ao cume do Pico da Bandeira, Paulo Coelho e um amigo resolveram passar a noite num hotel próximo ao abrigo de alpinistas. Lá conheceram um hóspede finlandês, que disse chamar-se Flamínio de Luna, e que contou que tinha sido testemunha de um caso de vampirismo com alguém que amava, e por causa disso havia jurado fazer todo o possível para desmascarar o mito - criado pelos próprios vampiros - de que tais criaturas não existem. Durante anos pesquisou suas origens históricas, suas raízes no mundo de hoje, e as fórmulas para identificar e combater um vampiro. Flamínio a todo momento lamentava a perda de Mata Ulm, afirmando ter sido este seu único amor nos muitos anos de existência. Durante horas a fio ficaram ouvindo o estranho, fascinados. No dia seguinte ao procurar por Flaminio souberam que ele havia partido. O caso não teria passado de uma misteriosa história para contar aos amigos, naõ fosse Paulo Coelho ter recebido - duas semanas mais tarde - o manuscrito de O MANUAL PRÁTICO DO VAMPIRISMO. O pacote, entregue pelo correio, não trazia o endereço do remetente. Meses depois, jornais noticiavam a respeito de uma série de assassinatos ocorridos em Palermo, na Sicilia. As vítimas eram encontradas com a garganta aberta, e sem um pingo de sangue. Apesar das autoridades locais atribuírem os crimes a uma vendetta da Máfia, grande parte dos habitantes - principalmente os mais velhos - juravam que tudo aquilo era obra de um feiticeiro, nascido em 1815, e do qual não se tinha notícia de haver morrido. Seu nome: Flamínio Di Luna.
Paulo Coelho termina oi relato, concluindo: "Não me custaria nada afirmar que os vampiros existem".

FOTO: Reprodução Capa do livro

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